Por Gabriela Zacariotto
O zoológico de Mogi Mirim, que está fechado para reforma há vários anos, ainda não tem data para retomar as atividades. A previsão apresentada em abril deste ano, quando a aplicação de uma verba de R$ 2 milhões da Petrobras foi anunciada, a previsão era de que os trabalhos se estendessem por um ano, mas este prazo pode ser ampliado.
Segundo o diretor do Departamento de Meio Ambiente, Ivair Biazotto, o trabalho é delicado, uma vez que os animais continuam no local e apenas são transferidos de recinto, o que exige cuidados para que a obra não cause danos aos habitantes do local. Outra questão que está atrasando as atividades, segundo o diretor, é que alguns serviços demoram mais do que o previsto.
“Algumas coisas que deveriam durar uma semana levam um mês por conta do lençol freático existente naquela área”, comenta. Além disso, algumas necessidades de intervenção foram descobertas apenas durante a realização do serviço, como a necessidade de se aterrar uma área que frequentemente fica alagada durante o período de chuvas.
Com as dificuldades encontradas, Biazotto não está nada otimista com a reabertura do zoológico. “Creio que em um ano não vai dar”. Com o quadro que está delineado, ele não se arrisca estipular um novo prazo para que o local possa voltar a ser aberto à população. “É difícil dizer”, completa. Até o momento, a única área já revitalizada do zoológico é o prédio onde funciona a cozinha do zoológico e algumas áreas de apoio.
Córrego e lago estão assoreados
Além do atraso nas reformas, o córrego Bela Vista, que passa pelo zoo, também precisará de um novo processo de desassoreamento. Esse serviço já havia sido concluído recentemente, mas devido às chuvas do ano passado, o problema voltou. Segundo informações do Departamento de Meio Ambiente, o assoreamento é recorrente no local, devido ao acúmulo de areia que ali acontece.
Agora, um novo serviço de desassoreamento deve ser realizado no córrego Bela Vista. Para isto, a Prefeitura já solicitou autorização do Governo do Estado para utilizar a draga que estava operando às margens do rio Mogi Mirim, serviço que foi encerrado há poucas semanas.
Caso a resposta seja afirmativa, um novo desassoreamento deve acontecer e uma caixa de contenção será construída para tentar barrar a entrada de areia no local.
Outro área que já passou por um mesmo processo de desassoreamento e que também necessita de uma nova intervenção, é o lago do Lavapés. O local foi desassoreado na mesma época que o córrego do zoo, porém o acúmulo de areia está novamente presente. A Prefeitura pretende utilizar o mesmo equipamento no local.
• Mariléia de Souza (02/08/2011 - 15:39:52 h)
SOBRE ESTA MATÉRIA DO ZOO, QUE PENA QUE VAI DEMORAR , ESTOU COM TANTA SAUDADE DE PASSEAR LÁ.
ESPERO ANCIOSAMENTE A REABERTURA.
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